
Porque há coisas que o tempo não apaga, o vento não leva e o coração não esquece, é chegado o momento de postar algo dedicado a uma grande amiga e prima! Espero, com isto, retribuir o teu acróstico :)
Para quem não a conhece, este poema será exclusivamente dedicado a uma prima muito especial que começava as cartas de infância deste modo: “já sei, a carta é enorme. Bem, só espero que quando acabares de ler ainda te lembres do início.” ou então assim: “ esta carta é um bocado meia toda ridícula mas é a minha mais melhor boa preferida.”
Parece estranha? Isto ainda não é nada :)
Mas o certo é que são as pessoas invulgares que mais relembramos…
Danni, o meu poema para ti aqui vai:
Era uma vez:
Duas crianças
Que, contando até três,
Desembrulhavam esperanças.
Tinham no seu ser
Uma alegria sem fim.
Apenas queriam viver
Como flores de um jardim.
Brincadeiras, travessuras…
Sempre unidas,
Vivendo aventuras
Desmedidas.
Desde as anedotas,
Passando pelas partidas
Ocultas atrás de portas
Ou de roupas escondidas.
Livres, soltas, sonhadoras,
O mundo era o nosso lar.
Sem leis, espaços nem horas
Era sempre tempo de brincar!
Sílvia Gonçalves



















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